quinta-feira, 23 de julho de 2009

Anjo Leal!

14 de junho de 2009. O dia mais difícil de se apagar do calendário! O dia da perda de alguém insubstituível em todos os sentidos! Ademar Tolentino Leal, nosso querido Leal, a quem não se pode fazer economia de elogios, merece hoje todas as nossas orações.
Deus, como é difícil acreditar! O Leal era um cara dos mais bacanas que já conheci até hoje. Não consigo procurar qual o adjetivo que o vestia melhor. Pode-se dizer que o Leal estava fantasiado de todos os bons adjetivos. Um amigo prestativo, inteligente, bom de serviço, um bom colega de profissão, calmo, cuidadoso, discreto... um homem lindo! Como seria possível não lamentar tanto a sua ida, a sua tão apressada ida?
Como é difícil admitir nossa fragilidade diante da vida! Como é difícil ter que concordar com a perda de amigos de forma tão brutal e impiedosa! É cruel ter que ouvir a notícia da perda de um amigo e com isso admitir que muitas coisas se foram junto com ele. Todos os planos, todos os compromissos, todos os sonhos... Ontem, no velório do Leal, eu ouvia histórias sobre ele que me fizeram arrepender de não ter sido mais próxima. No entanto, eu tenho a obrigação de agradecer a Deus por ter tido a oportunidade de conhecê-lo e compartilhar de bons momentos de diversão e trabalho.
Aos mais amigos mais próximos e familiares, o meu carinho e oração. Ao Leal, deixo a minha ingênua tentativa de prestar-lhe essa última homenagem e dizer que por menor que fosse o nosso contato, você sabe o quanto eu ainda te admiro. A todos os que estão lendo, o meu sincero pedido para que tenham amor à vida. Vocês não sabem o que uma estúpida noite de festa é capaz de causar a tantas pessoas. É um sofrimento sem nome e que não conhecemos o seu fim. Como mãe, perdi uma noite de sono imaginando como seria a minha vida sem o meu filho. Como amiga do Leal eu tentei me colocar no lugar de sua mãe, mas é impossível. Só ela sabe o quanto está sofrendo e só Deus há de curar todas as feridas que esse dia deixou abertas!
Vá em paz amigo!

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